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O Governador Luiz Fernando Pezão esteve na manhã de ontem, segunda-feira, 03/06, em Nova Iguaçu, na sede do CISBAF – Consórcio Intermunicipal de Saúde da Baixada Fluminense, onde se reuniu com 7 (sete) prefeitos da Baixada Fluminense, para tratar da criação de um Consórcio Intermunicipal de Segurança, com vistas ao enfrentamento da violência na Região de forma conjunta.

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Participaram do encontro o Secretário de Estado de Segurança Pública, Antônio Roberto Cesário de Sá, o Comandante Geral da Polícia Militar, coronel Wolney Dias, o Subchefe Operacional da Polícia Civil, Marcus Castro, e os prefeitos  Anabal (Seropédica), Carlos Moraes (Japeri), Carlos Vilela (Queimados), Dr. João (São João de Meriti), Farid Abraão (Nilópolis), Jorge Miranda (Mesquita) e Rafael Tubarão (Magé).

Não houve a formalização do Consórcio nem foram discutidos aspectos relativos à sua formatação, custos e dinâmica, mas foram debatidas algumas estratégias que irão ajudar no combate a violência e na redução de crimes de forma conjunta com os municípios, como a criação de um sistema de monitoramento, onde as câmeras dos municípios estarão ligadas à central do estado, e a parceria das Guardas Municipais com as Polícias Militar e Civil e também com os Bombeiros.

Foi anunciado no encontro a ida dos prefeitos da Baixada, junto com o governador, no dia 17 de julho, à Brasília, para uma reunião agendada com o Presidente da Câmara, Rodrigo Maia, quando serão encaminhadas as demandas da Região.

A principal revindicação do estado junto com os prefeitos em Brasília será para que pelo menos 300 policiais rodoviários federais venham reforçar o policiamento nas principais rodovias que cortam o estado: a Dutra (Br-116), a Rio-BH (Br-040) e o Arco Metropolitano.

Segundo o Secretário de Estado de Segurança, Antônio Roberto de Sá “A ideia é levarmos um pleito para que a união enxergue seu papel de forma mais consistente. Temos um efetivo da policia rodoviária federal que tem atribuição legal e constitucional de patrulhar a rodovia muito aquém do necessário. No caso do Arco Metropolitano, a estadualização pode ser uma opção, hoje há uma indefinição. O estado quer que a união assuma ou que se estadualize, para que possamos fazer uma concessão e, assim,  investir não só em iluminação, como na urbanização no entorno e até mesmo no patrulhamento. Precisa ser definido logo quem vai ficar com essa responsabilidade”, frisou o Secretário.

Prefeito Carlos Vilela com o Comandante Geral da Polícia Militar, Coronel Wolney Dias. Será que ele aproveitou para reagendar aquela reunião marcada para o dia 17 de abril que não aconteceu ???

mtaxi

COMENTÁRIOS

Ismael Lopes
É Jornalista, professor e fundador do Portal Queimados.