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Matéria foi publicada na edição de hoje (16) do Extra online. Confira:

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São 12 anos de luta, mas o principal adversário que Luiz César da Silva Junior ainda quer derrotar é a desigualdade social. Morador de Queimados, o lutador de MMA, de 26 anos — e que sonha com o UFC — quer criar um projeto social com aulas de lutas para que crianças e jovens da região tenham o destino transformado:

— Minha ideia de projeto é ver a alegria das crianças. Não é fazer um novo José Aldo. É transformar vidas, ver alguém livre do crime, das drogas, tendo disciplina, ganhando aprendizado.

Junior Luiz, como é mais conhecido, começou bem novinho, aos 14 anos. Antes, jogava futebol e chegou a integrar a seleção da cidade de Belford Roxo. Apesar de parte da família reprovar a escolha pelo kickboxing, ele conseguiu mostrar que era preciso lutar pelo futuro.

— Vi muitos amigos meus morrerem ou serem presos por envolvimento com o crime e as drogas. Eu continuei na luta e hoje sou a esperança da minha família — conta o atleta, que chegou a dar aulas em projetos sociais de igreja.

São 12 anos de luta, mas o principal adversário que Luiz César da Silva Junior ainda quer derrotar é a desigualdade social. Morador de Queimados, o lutador de MMA, de 26 anos — e que sonha com o UFC — quer criar um projeto social com aulas de lutas para que crianças e jovens da região tenham o destino transformado:

— Minha ideia de projeto é ver a alegria das crianças. Não é fazer um novo José Aldo. É transformar vidas, ver alguém livre do crime, das drogas, tendo disciplina, ganhando aprendizado.

Junior Luiz, como é mais conhecido, começou bem novinho, aos 14 anos. Antes, jogava futebol e chegou a integrar a seleção da cidade de Belford Roxo. Apesar de parte da família reprovar a escolha pelo kickboxing, ele conseguiu mostrar que era preciso lutar pelo futuro.

— Vi muitos amigos meus morrerem ou serem presos por envolvimento com o crime e as drogas. Eu continuei na luta e hoje sou a esperança da minha família — conta o atleta, que chegou a dar aulas em projetos sociais de igreja.

Atualmente, tem quatro vitórias consecutivas. Por isso, ele crê que está no caminho do UFC:

— Acredito que para participar do UFC, o lutador tenha que ter mais lutas e mais vitórias, além de esperar a oportunidade. Acho que com dez vitórias, eu chego lá.

Enquanto não realiza seus dois grandes sonhos, Junior continua estimulando seus alunos. No último campeonato brasileiro, fez até rifas para conseguir custear as passagens dos que iriam concorrer.

— Também vendemos caldo verde. Queríamos levar três alunos, mas só deu para um, que foi o campeão.

 

 

mtaxi

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Claudia Maria Santos
É jornalista do Portal de Queimados.